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Você já ouviu falar em design biofílico? O termo pode ser desconhecido para muitos, porém nada mais é que um recurso utilizado pela arquitetura para criar espaços capazes de reconectar as pessoas com ambientes naturais. Com origem grega, a palavra biofilia significa vida (bios) e amizade ou amor (philia). Esses espaços são pensados para melhorar nossa saúde e bem-estar ao promover a proximidade com a natureza, mesmo em locais fechados. Quanto mais natural o ambiente, melhor.

Em um mundo cada vez mais marcado pela tecnologia e pela inovação, o design biofílico chega para criar ambientes naturais dentro dos espaços urbanos, uma vez que reconhece que o ser humano é biologicamente codificado para se associar aos recursos e aos processos naturais. Necessidade fundamental para a saúde física, mental e para o bem-estar das pessoas.

 

Benefícios do design biofílico

 

Projetos que incluem a natureza contribuem para uma reconexão, enquanto aqueles sem natureza podem prejudicar a saúde e o bem-estar. O design biofílico é importante em todos os espaços, pessoais, nas nossas casas, e produtivos, nos ambientes de trabalho. Esses elementos ajudam a reduzir o estresse, a pressão arterial e a frequência cardíaca. 

 

 

Como aplicar nos projetos?

Fernanda Goudinho, do setor de Marketing da Ceusa Revestimentos, explica que é possível aplicar o design biofílico de maneiras diretas e indiretas. “Ambas são muito interessantes, mas é importante ver o design biofílico como uma premissa de projeto e não apenas como um item decorativo. As aplicações diretas são as mais convencionais, inserção de plantas e vegetação, iluminação e ventilação natural, espelhos d´água. Mas as aplicações indiretas são tão relevantes quanto, onde podemos aplicar características da natureza através de texturas, imagens, cores, formas orgânicas, aromas, essas características quando bem exploradas podem proporcionar ambientes incríveis e dentro da tendência do design biofílico”, destaca

 

Design biofílico nas coleções de revestimentos

Nas aplicações indiretas entram as indústrias de revestimentos cerâmicos, como a Ceusa e a Portinari que trazem em suas coleções a representação de materiais naturais, como pedras, madeira, mármores. “Na Portinari temos como protagonista a coleção ‘Nuances da natureza’ assinada pela arquiteta Juliana Medeiros, onde foram desenvolvidos revestimentos inspirados na areia, folhas, além de termos algumas peças em outras coleções que retratam os mármores, pedras, madeiras e que fizeram muito sucesso na revestir. Já na Ceusa temos o estilo Natural com a essência de tudo que é mais bruto, tendência observada no salão do móvel de Milão. Os mármores preciosos, as pedras lapidadas e a alma da madeira são representadas em revestimentos criativos e ousados”, conta Fernanda.